Conhecendo-o bem para buscar o melhor tratamento!

 

Conhecido na comunidade cientifica como tinnitus, ele é caracterizado como um som percebido nos ouvidos ou na cabeça na ausência de um estímulo sonoro do ambiente, ou seja, trata-se de uma percepção auditiva sem uma fonte sonora externa. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2010 a percepção de um som que não está sendo gerado no ambiente afetava 278 milhões de pessoas. No Brasil, são 28 milhões que convivem com o sintoma.

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As principais causas do zumbido podem ser originadas no sistema auditivo como: perda auditiva, exposição a ruídos intensos sem proteção e excesso de cerúmen. Já fora do sistema auditivo podem ser distúrbios na articulação têmporomandibular, alterações metabólicas dos açúcares, gorduras ou ausência de algumas vitaminas, alterações hormonais na tireoide ou hormônios sexuais, distúrbios cardiovasculares ou psiquiátricos, maus hábitos alimentares, uso de cigarro, bebidas e de alguns medicamentos que também podem causar ou piorar o zumbido. Como consequência da percepção deste som o paciente refere diminuição de atenção, qualidade do sono, cansaço excessivo ao fim do dia, diminuição de inteligibilidade e em casos mais extremos até depressão, medo e isolamento.

A primeira ação após percepção do zumbido é buscar um Otorrinolaringologista para avaliação da saúde geral, pois existem diversas terapias possíveis dependendo da origem do sintoma. Após exames e avaliações o paciente será encaminhado aos processos terapêuticos disponíveis e concomitantemente o paciente deverá buscar um Fonoaudiólogo para buscar o máximo de informações possíveis para desmistificar suas sensações diante do sintoma. Especialistas referem que o zumbido se torna incômodo quando associado ao Sistema Límbico, ou seja, quanto mais correlações emocionais (tristeza, medo ou desespero) forem associadas ao zumbido mais perceptível ele se tornará.

Uma possibilidade é a Terapia Acústica, técnica que consiste no emprego de ruídos alternativos, para estimular o paciente a ignorar o zumbido ou que o indivíduo tome conhecimento que outros sons estão presentes no ambiente. Este método é conhecido como Terapia de Habituação do ouvido (TRT, na sigla em inglês) que foi desenvolvido pelo neurocientista polonês PawelJastreboff e consiste no uso de sons alternativos para competir com o zumbido. O paciente passa a não focar a atenção no zumbido, passando a relatar que o chiado “diminui ou desaparece”.

O mercado já oferece muitas formas desta terapia, um exemplo é usá-las dentro de um aparelho auditivo de amplificação individual, com ajustes para pacientes com ou sem perda auditiva. Outra maneira é utilizar geradores de som de mesa ou mesmo o gerador de travesseiro individual podendo assim melhorar até a qualidade do sono.

A terapia acústica deve ser empregada por um profissional habilitado e garantirá informações necessárias sobre os sintomas e todas as possibilidades terapêuticas disponíveis no mercado. Para conhecer mais acesse nosso site ou converse com os nossos profissionais.

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